
A história remonta ao passado dia 19 de Agosto, data em que o jovem canibal atraiu a sua casa o namorado virtual que acabou morto por envenenamento, retalhado com mão de mestre e cozinhado com requinte de grande ‘chef’.
Durante uma longa semana, o canibal de Mourmansk cozinhou os restos mortais do companheiro com muita imaginação e competência culinária, a saber, filetes, croquetes, salsichas... "O único móbil do crime do homicida era, precisamente, comer carne humana", conclui o relatório policial, divulgado ontem.
O desaparecimento da vítima foi denunciado pela mãe, tendo a polícia chegado ao seu trágico fim através do computador . O criminoso enfrenta agora uma pena de 15 anos de prisão.
Em 2002, quando veio a público o caso do canibal alemão Armin Meiwes, contratado pela vítima, via internet para a matar e comer, as autoridades alemãs estimaram em 10 mil os entusiastas do canibalismo nas suas duas variantes: activa e passiva.
-Fonte-
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